sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
NOSSO FARDO DE CADA DIA.....
Por mais pesado que seja o nosso fardo de cada dia, ainda assim é infinitamente inferior quando assumimos o jugo do Senhor Jesus.
Se alguém lamenta o peso da cruz, do fardo pela causa cristã ou o seu jugo, pode ter a mais absoluta certeza de que isso não tem nada a ver com o jugo do Senhor. Até porque, está escrito, determinado e prometido que, dia após dia, o Senhor Deus Altíssimo carrega o nosso fardo. Salmo 68.19
O grande problema é que por conta das nossas más escolhas, colhemos os maus frutos. E quando os colhemos, não podemos debitar na conta de nosso Senhor.
Desprezamos, ignoramos e até rejeitamos fazer a Sua vontade. E na colheita amarga da carne, reclamamos com Ele? É justo?
Tenho aprendido que, por maior que seja a minha fé, jamais posso usá-la para fazer prevalecer a minha vontade.
Nesse caso, vale o ditado: “Errar é humano, mas insistir no erro é burrice”.
Quem quiser evitar o mal, que fuja dele. Ou seja, quem não quiser ser vítima da violência e males deste mundo, fique longe de suas ofertas diabólicas. Fuja das más companhias, fuja das festas regadas a drogas e álcool; fuja de vídeos, filmes, músicas, danças ou qualquer festa, reunião pública ou privada que estimule o sexo ou desejos da carne.
Se isso for observado, certamente o cristão saberá que o jugo do Senhor Jesus realmente é suave e o Seu fardo é leve.
Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque Sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve. Mateus 11.29.30
DIFERENÇA DE PECADOS
Pecado é a transgressão cometida pelo homem contra Deus, e pode ser um ato ou uma condição.
É totalmente falsa a ideia de “pecadinho” e “pecadão”, “pecado leve” ou “pesado”, pois todos são graves e, sem arrependimento, são capazes de levar à condenação no inferno.
Contudo, a maneira como o Altíssimo lida com cada falha revela que existem seus diferentes tipos e critérios. Se assim não fosse, a Bíblia não detalharia essas faltas e suas consequências.
Vamos analisar os exemplos abaixo para diferenciá-los melhor:
Davi já estava estabelecido em seu reinado e tinha muitas vitórias. Mas, enquanto os reis estavam com suas tropas na guerra, ele preferiu ficar no palácio e descansar. O ócio deu à luz o adultério e a gravidez da mulher do seu mais fiel militar, Urias.
Para ocultar o seu pecado, Davi mentiu, tramou e, por fim, mandou matá-lo.
A vida de Urias lhe rendeu a morte de quatro filhos. A mesma pena que ele sugeriu ao profeta Natã para que aplicasse ao “homem rico que tomou a ovelha do pobre” (2 Samuel 12.1-7).
Davi cedeu à tentação da carne e pecou. Embora o arrependimento tenha lhe trazido o perdão, não o isentou de colher o mal que plantou. Sofreu a vergonha no mesmo terraço do palácio, foi traído cruelmente e ainda teve a espada da morte em sua família.
Anos mais tarde, o homem que havia aprendido na prática as consequências da desobediência, falha novamente.
Davi ignora as instruções da Lei sobre o censo e decide realizá-lo com propósito vaidoso. Ele vivia um momento de muitas realizações pessoais e sentia-se engrandecido com elas. Quis medir sua força e saber o tamanho do seu exército. Orgulhoso, desconsiderou que suas vitórias vinham do Altíssimo.
O pecado agora nascera no seu espírito, e as consequências seriam pesadas. Entre três punições, recebeu a permissão de escolher a que viria sobre Israel. Isso mesmo! Toda a nação também sofreria com a sua transgressão. O pecado traz dores para si e para os outros.
Davi viu o Anjo do Senhor matar, por meio de uma peste, setenta mil homens.
O homem que tinha Deus como seu aliado, O tem agora como o Sentenciador com a espada na mão (1 Crônicas 21.16). O céu aberto que derramava bênçãos, passa agora a derramar morte.
Ele voltou-se para o Altíssimo com o seu espírito quebrantado e arrependido. Alcançou a misericórdia, e a peste cessou, ao erigir um Altar e sacrificar. O Altar que ele desconsiderou ao pecar, agora era o único Lugar onde encontraria a Salvação.
Nas duas ocasiões, Davi encontrou o perdão de Deus, porque, de fato, arrependeu-se. As consequências eternas dos seus atos foram apagadas. Porém, as consequências terrenas não.
A diferença entre esses dois pecados de Davi é que o primeiro foi cometido por uma fraqueza carnal, quando cedeu à tentação. O segundo foi espiritual, ao crer mais na força do próprio braço do que na Provisão Divina.
Em todo o tempo surgem oportunidades para pecar, e elas vêm para todos, mas devemos lembrar que o pecado é uma rebelião contra Deus, principalmente quando cometido por pessoas conhecedoras das Escrituras Sagradas.
Mesmo que os olhos humanos não o vejam ou não o qualifiquem como grave, pecado é pecado, não importa a sua intensidade.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
OLHAI PARA ABRAÃO
Pela fé, Abraão, quando chamado, obedeceu, a fim de ir para um lugar que devia receber por herança; e partiu sem saber aonde ia. Pela fé, peregrinou na terra da promessa como em terra alheia, habitando em tendas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa; porque aguardava a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o Arquiteto e Edificador. Hebreus 11.8-10
Qual é a cidade existente neste mundo que tem um fundamento na qual o Arquiteto e Construtor é o Próprio Deus? Seria Rio de Janeiro, São Paulo, Nova Iorque, Los Angeles?
Não, mil vezes não! Pois todas elas tiveram um arquiteto humano, e o fundamento dessas cidades é areia.
A cidade que tem estas características é a Nova Jerusalém. E Abraão tornou-se o Pai da Fé não pelos sacrifícios materiais que colocou no Altar e nem ainda por entregar o próprio filho, e sim porque foi chamado, com certeza, para ser morador desta cidade. Ele obedeceu e fez a diferença entre os homens não só pelas conquistas materiais, mas pelo comportamento e conduta de Fé.
Abraão vivia no sacrifício, pois o desejo dele era viver nesta cidade. Para ser morador da Nova Jerusalém, ele abriu mão de tudo, e isso por anos e anos, antes mesmo de Jesus dizer: Quem quer vir após Mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me. Mateus 16.24
Abraão já praticava isso, pois tinha consciência de que as ofertas que ele fazia, por maiores que fossem, não eram superiores ao Altar, mas o Altar sim, santificava as ofertas.
Não é a oferta (vida) ou qualquer outra coisa que se coloca no Altar que o santifica, mas o Altar é que santifica as ofertas.
Por isso o nosso Deus, através do profeta Isaías, sugere:
Olhai para Abraão, vosso pai, e para Sara, que vos deu à luz; porque era ele único, quando Eu o chamei, o abençoei e o multipliquei. Isaías 51.2
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
Acústico Mallet Arte Sons Swing & Samba Homenagem Black Music VOL: II
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