sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
AÇÃO SOCIAL
Ação Social
A Gente da Comunidade promove ação social em comunidade quilombola no Pará
Saiba como foi o evento
Próximo a Belém, capital do Pará, está localizadoo Quilombo do Abacatal, na cidade de Ananindeua. O local reúne atualmente 62 famílias.
A origem da comunidade quilombola é antiga. Surgiu por causa das concentrações de escravos que deixavam o engenho de cana-de-açúcar Uriboca, localizado na região entre os séculos 18 e 19, que pertencia ao conde Coma Mello.
O caminho das pedras
Para chegar ao local é necessário atravessar um caminho construído com pedras pelos escravos da fazenda. O trajeto liga o riacho Uriboquinha à antiga casa do conde.
Esse caminho, recentemente, foi percorrido pelos voluntários do grupo A gente da Comunidade da Universal de Belém para a realização de um trabalho social no local. Ali moram os descendentes dos escravos que viviam na região durante o período em que havia produção no engenho.
Essa foi a primeira vez que o trabalho de ajuda social foi feito no local. Quinze dias antes da visita, os voluntários do grupo pesquisaram, com os moradores, as necessidades da comunidade, para conseguir os recursos necessários para o dia da visita.
Durante o encontro, os moradores do quilombo receberam diversos tipos de serviços – cortes de cabelo, cuidados de saúde bucal, distribuição de roupas e de cestas básicas.
O pastor Wesley Polydoro, responsável pelo grupo, reuniu todos os moradores e explicou que Deus abençoa aqueles que O aceitam em suas vidas. Ele leu a passagem bíblica em João, capítulo 1, versículo 12, que diz que todos os que crerem no Senhor Jesus receberão o poder de serem filhos de Deus.
Logo depois, foi realizada uma oração em favor da cura dos enfermos que estavam no local.
NOSSO FARDO DE CADA DIA.....
Por mais pesado que seja o nosso fardo de cada dia, ainda assim é infinitamente inferior quando assumimos o jugo do Senhor Jesus.
Se alguém lamenta o peso da cruz, do fardo pela causa cristã ou o seu jugo, pode ter a mais absoluta certeza de que isso não tem nada a ver com o jugo do Senhor. Até porque, está escrito, determinado e prometido que, dia após dia, o Senhor Deus Altíssimo carrega o nosso fardo. Salmo 68.19
O grande problema é que por conta das nossas más escolhas, colhemos os maus frutos. E quando os colhemos, não podemos debitar na conta de nosso Senhor.
Desprezamos, ignoramos e até rejeitamos fazer a Sua vontade. E na colheita amarga da carne, reclamamos com Ele? É justo?
Tenho aprendido que, por maior que seja a minha fé, jamais posso usá-la para fazer prevalecer a minha vontade.
Nesse caso, vale o ditado: “Errar é humano, mas insistir no erro é burrice”.
Quem quiser evitar o mal, que fuja dele. Ou seja, quem não quiser ser vítima da violência e males deste mundo, fique longe de suas ofertas diabólicas. Fuja das más companhias, fuja das festas regadas a drogas e álcool; fuja de vídeos, filmes, músicas, danças ou qualquer festa, reunião pública ou privada que estimule o sexo ou desejos da carne.
Se isso for observado, certamente o cristão saberá que o jugo do Senhor Jesus realmente é suave e o Seu fardo é leve.
Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque Sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo é leve. Mateus 11.29.30
DIFERENÇA DE PECADOS
Pecado é a transgressão cometida pelo homem contra Deus, e pode ser um ato ou uma condição.
É totalmente falsa a ideia de “pecadinho” e “pecadão”, “pecado leve” ou “pesado”, pois todos são graves e, sem arrependimento, são capazes de levar à condenação no inferno.
Contudo, a maneira como o Altíssimo lida com cada falha revela que existem seus diferentes tipos e critérios. Se assim não fosse, a Bíblia não detalharia essas faltas e suas consequências.
Vamos analisar os exemplos abaixo para diferenciá-los melhor:
Davi já estava estabelecido em seu reinado e tinha muitas vitórias. Mas, enquanto os reis estavam com suas tropas na guerra, ele preferiu ficar no palácio e descansar. O ócio deu à luz o adultério e a gravidez da mulher do seu mais fiel militar, Urias.
Para ocultar o seu pecado, Davi mentiu, tramou e, por fim, mandou matá-lo.
A vida de Urias lhe rendeu a morte de quatro filhos. A mesma pena que ele sugeriu ao profeta Natã para que aplicasse ao “homem rico que tomou a ovelha do pobre” (2 Samuel 12.1-7).
Davi cedeu à tentação da carne e pecou. Embora o arrependimento tenha lhe trazido o perdão, não o isentou de colher o mal que plantou. Sofreu a vergonha no mesmo terraço do palácio, foi traído cruelmente e ainda teve a espada da morte em sua família.
Anos mais tarde, o homem que havia aprendido na prática as consequências da desobediência, falha novamente.
Davi ignora as instruções da Lei sobre o censo e decide realizá-lo com propósito vaidoso. Ele vivia um momento de muitas realizações pessoais e sentia-se engrandecido com elas. Quis medir sua força e saber o tamanho do seu exército. Orgulhoso, desconsiderou que suas vitórias vinham do Altíssimo.
O pecado agora nascera no seu espírito, e as consequências seriam pesadas. Entre três punições, recebeu a permissão de escolher a que viria sobre Israel. Isso mesmo! Toda a nação também sofreria com a sua transgressão. O pecado traz dores para si e para os outros.
Davi viu o Anjo do Senhor matar, por meio de uma peste, setenta mil homens.
O homem que tinha Deus como seu aliado, O tem agora como o Sentenciador com a espada na mão (1 Crônicas 21.16). O céu aberto que derramava bênçãos, passa agora a derramar morte.
Ele voltou-se para o Altíssimo com o seu espírito quebrantado e arrependido. Alcançou a misericórdia, e a peste cessou, ao erigir um Altar e sacrificar. O Altar que ele desconsiderou ao pecar, agora era o único Lugar onde encontraria a Salvação.
Nas duas ocasiões, Davi encontrou o perdão de Deus, porque, de fato, arrependeu-se. As consequências eternas dos seus atos foram apagadas. Porém, as consequências terrenas não.
A diferença entre esses dois pecados de Davi é que o primeiro foi cometido por uma fraqueza carnal, quando cedeu à tentação. O segundo foi espiritual, ao crer mais na força do próprio braço do que na Provisão Divina.
Em todo o tempo surgem oportunidades para pecar, e elas vêm para todos, mas devemos lembrar que o pecado é uma rebelião contra Deus, principalmente quando cometido por pessoas conhecedoras das Escrituras Sagradas.
Mesmo que os olhos humanos não o vejam ou não o qualifiquem como grave, pecado é pecado, não importa a sua intensidade.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
OLHAI PARA ABRAÃO
Pela fé, Abraão, quando chamado, obedeceu, a fim de ir para um lugar que devia receber por herança; e partiu sem saber aonde ia. Pela fé, peregrinou na terra da promessa como em terra alheia, habitando em tendas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa; porque aguardava a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o Arquiteto e Edificador. Hebreus 11.8-10
Qual é a cidade existente neste mundo que tem um fundamento na qual o Arquiteto e Construtor é o Próprio Deus? Seria Rio de Janeiro, São Paulo, Nova Iorque, Los Angeles?
Não, mil vezes não! Pois todas elas tiveram um arquiteto humano, e o fundamento dessas cidades é areia.
A cidade que tem estas características é a Nova Jerusalém. E Abraão tornou-se o Pai da Fé não pelos sacrifícios materiais que colocou no Altar e nem ainda por entregar o próprio filho, e sim porque foi chamado, com certeza, para ser morador desta cidade. Ele obedeceu e fez a diferença entre os homens não só pelas conquistas materiais, mas pelo comportamento e conduta de Fé.
Abraão vivia no sacrifício, pois o desejo dele era viver nesta cidade. Para ser morador da Nova Jerusalém, ele abriu mão de tudo, e isso por anos e anos, antes mesmo de Jesus dizer: Quem quer vir após Mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me. Mateus 16.24
Abraão já praticava isso, pois tinha consciência de que as ofertas que ele fazia, por maiores que fossem, não eram superiores ao Altar, mas o Altar sim, santificava as ofertas.
Não é a oferta (vida) ou qualquer outra coisa que se coloca no Altar que o santifica, mas o Altar é que santifica as ofertas.
Por isso o nosso Deus, através do profeta Isaías, sugere:
Olhai para Abraão, vosso pai, e para Sara, que vos deu à luz; porque era ele único, quando Eu o chamei, o abençoei e o multipliquei. Isaías 51.2
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
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